02 fevereiro 2022

Debate no CAU-DF discute visões, causas, efeitos e possibilidades para a ATHIS no pós-inundações.

 No dia 28/janeiro/22 participei de um debate organizado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU-DF) que pretendeu colocar diferentes visões sob o tema: "A tragédia das águas nas cidades brasileiras e a prestação de ATHIS como caminho para a atuação do Estado, Universidade e Comunidade".

O debate foi aberto pela Arq. Mônica Blanco (presidente do CAU-DF), mediado pela Arq. Sandra Marinho (CAU-DF) e estiveram presentes também a Arq. Liza de Andrade (Professora doutora da FAU/UnB); o Arq. Kazuo Nakano (Professor do Instituto das Cidades da UNIFESP) e a Arq. Cláudia Pires (Coordenadora do “Arquitetos de Favela” e “Arquitetos pela Moradia”).

06 janeiro 2022

Entrevista na GloboNews aponta um caminho para intervenções pós-inundações.

 Em uma entrevista concedida à Aline Midlej, âncora do Jornal das Dez da GloboNews, tive a oportunidade de opinar sobre as causas dessas calamidades narradas no post de 2/janeiro/22, e apontar uma possibilidade de utilizar a legislação federal existente para uma solução técnica de médio e longo prazos, após o momento de atendimento emergencial das pessoas.

 Trata-se da Lei 11.888/2008 que criou a Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social (ATHIS) que viabiliza, com financiamento público, o atendimento gratuito a famílias de até 3 salários mínimos de renda mensal familiar para reforma, adequação e melhorias em suas moradias.

A entrevista foi concedida em 28/12/2021:


A partir dessa entrevista, muitos apoios foram recebidos como do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) e o debate pôde ser aberto na região de atuação do NEIC (Núcleo de Estudos e Intervenções nas Cidades) da UFSB.

 

02 janeiro 2022

Dezembro de 2021: enchentes e tragédia no sul da Bahia.

 Lamentavelmente, quando chegávamos ao final de 2021 ávidos para o encerramento de um ciclo marcado por mais um ano de um país desgovernado, dois anos da pandemia da COVID19, as dificuldades colocadas pela educação não-presencial, sonhando com um 2022 mais esperançoso, submergimos atônitos em mais uma tragédia que se abateu sobre o já sofrido povo do sul da Bahia, especialmente o mais pobre e vulnerável:

Segundo dados da Defesa Civil do Estado divulgados na quarta (29/12), 24 pessoas morreram, 53,9 mil ficaram desalojadas e 629 mil foram afetadas de alguma forma pelas enchentes. Apenas no dia de Natal, a cidade de Ilhéus, uma das localidades mais atingidas, registrou mais chuva (136mm) do que o acumulado durante o mês de dezembro inteiro em 2020 (118mm) e em 2018 (131mm). Os dados são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). (https://www.bbc.com/portuguese/brasil-598042970)

Levantamento de cidades afetadas pelas enchentes com os respectivos números de mortos (Portal G1, 29/12/2021)

22 outubro 2021

01 outubro 2021

Publicação de livro "Novos campi brasileiros: processos e impactos" traz contribuições para a universidade brasileira.

Foi lançado em setembro de 2021 o livro "Novos campi brasileiros: processos e impactos", co-organizados por mim e pela Arq. Elaine Saraiva Calderari da Universidade Federal de Uberlândia.

Conforme informa sua sinopse, na Biblioteca da Universidade de Brasília (UNB), onde está a disposição para ser baixado:

'Novos campi universitários brasileiros: processos e impactos', é uma coletânea de estudos que envolve pesquisas sobre nove universidades federais criadas ou expandidas no período de 2004 a 2014. Ele é fruto da reunião de 26 autores (professores, pesquisadores e gestores) atuantes nessas instituições que se dispuseram a trazer à luz aspectos dos processos de implantação que tiveram como propulsor o Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI). Os casos reportados nesse livro se debruçaram sobre o impacto político físico, econômico, social e ambiental no meio em que se implantaram (cidades e regiões), buscando narrar os contextos, os processos e os primeiros resultados desse grande movimento de expansão e interiorização da educação superior brasileira nesse período".

O livro conta com o prefácio de Clare Melhuish, coordenadora do Urban Laboratory da University College London, com quem esse autor teve a oportunidade de desenvolver a pesquisa pós-doutoral em 2019.  



21 junho 2021

Debate e pré-lançamento do livro "Novos campi universitários brasileiros: processos e impactos".

 Na sexta-feira, 25 de junho, será realizada uma mesa de debates durante o Congresso Unifesp 2021, na qual alguns dos autores do livro "Novos campi universitários brasileiros: processos e impactos", falarão sobre esse tema.


O livro que, em breve será disponibilizado para o público acadêmico e em geral, será comentado por alguns de seus coautores, como Anita Kurka, Cláudia Fegadolli e Pedro Arantes (Unifesp); Caio Frederico e Silva (UNB), Cecília Angileli (Unila), Klaus Alberto (UFJF), além desse blogueiro, Joel, que á autor de alguns capítulos (UFABC e UFSB) e organizador do livro junto com Elaine Calderari (UFU).

Conforme os dados do card publicado, para acesso à sala on line, basta seguir o link: https://congresso.unifesp.br/agenda/25-06-21/48/


01 junho 2021

CC discute as Relações Sociais e Políticas na Contemporaneidade

 No momento atribulado, esquisito e, muitas vezes, incompreensível em que estamos vivendo nesses idos de 2021, ministrar o componente curricular Relações Sociais e Politicas na Contemporaneidade, traz para mim e os estudantes de duas turmas da UFSB uma oportunidade de estudar e tentar entender o mundo contemporâneo sob a lente de alguns pensadores que tratam dos subtemas aqui implícitos.

Para nos acompanhar teremos os autores Eric Hobsbawm, Norbert Elias, Guy Debord, Zygmunt Bauman, André Lemos e Carla Akotirene:

 Durante o quadrimestre estudaremos alguns dos temas previstos na ementa do CC: Questões sociais, culturais e políticas do pensamento social contemporâneo; Relação indivíduo e sociedade; Igualdade e diferença; Identidades e alteridades; Marcadores sociais da diferença: gênero, classe e raça; Dominação, poder e violência simbólica; Modernidade e pós-modernidade; Democracia e pensamento pós-colonial; Genealogia do Poder e Biopolítica.

Junto a esses temas inserimos as novas possibilidades de interações sociais e políticas no contexto da cibercultura. São autores e textos dificeis mas necessários para nos auxiliar nesse debate. Vamos lá, estudantes!

Debate no CAU-DF discute visões, causas, efeitos e possibilidades para a ATHIS no pós-inundações.

  No dia 28/janeiro/22 participei de um debate organizado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU-DF) que pretende...